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Entenda por que avanço da variante Delta do coronavírus derruba Bolsas no mundo, como a do Brasil. Dólar vai a R$ 5,25 - Conexão FM 98.1 - Tudo que você gosta! Palmas / TO


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Entenda por que avanço da variante Delta do coronavírus derruba Bolsas no mundo, como a do Brasil. Dólar vai a R$ 5,25

Em um dia de forte aversão ao risco nos mercados globais por causa da disseminação da variante Delta do coronavírus e seus possíveis efeitos sobre a esperada recuperação econômica, a Bolsa brasileira teve um pregão de fortes perdas, enquanto o dólar teve um dia de forte alta em relação ao real.

Mesmo que o país ainda não seja tão afetado pela disseminação da nova variante, até porque demorou mais para lidar com as anteriores, o nosso mercado é bastante refém da movimentação do investidor estrangeiro.

E em um dia com aversão ao risco, como o de hoje, eles correram para ativos mais seguros como os de dívida pública americana, sem falar no próprio dólar.

A moeda americana terminou negociada a R$5,2501, alta de 2,63%, após atingir R$ 5,2581 na máxima. Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa, teve perda de 1,24%, aos 124.395 pontos.

O índice não fechava em nível tão baixo desde desde 27 de maio, quando terminou na faixa dos 124.367 pontos.

O cenário ainda foi influenciado pela desvalorização dos papéis de empresas ligadas à indústria do petróleo, após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) anunciar um acordo, neste domingo, para aumentar a produção até 2022, o que pressionava os preços da commodity.

— Apesar desse aumento de casos não configurar aumento de mortes, já traz incerteza, fazendo com que os investidores diminuam a exposição em renda variável e vendam ações — ressalta o sócio da Fatorial Investimentos, Jansen Costa.

Os títulos do Tesouro americano de dez anos, por exemplo, viam seus rendimentos caírem para a casa dos 1,225% nesta manhã ante o fechamento anterior de 1,294%, devido ao aumento da demanda. No fim do dia, queda foi para a base de 1,17%.

— Vemos uma aversão ao risco maior e, com isso, todo mundo vai correndo para aqueles ativos que te dão uma maior segurança. Não tem motivo para o investidor correr risco em um país emergente quando há algum medo ali. E muitos dos ativos mais seguros são dolarizados e por isso a moeda aumenta também — destaca o head de estratégia da Wise Investimentos, Thiago Raymon.

As bolsas americanas, importante termômetro para os mercados globais, fecharam com fortes baixas. O índice Dow Jones cedeu 2,09%. No S&P e Nasdaq, as quedas foram de 1,59% e 1,06%, respectivamente.

O movimento repetiu o que já tinha sido visto nas bolsas europeias e asiáticas. Na Europa, a Bolsa de Londres cedeu 2,34% e a de Frankfurt 2,62%. O índice CAC 40, da Bolsa de Paris, teve baixa de 2,54%.

Na Ásia, o índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, caiu 1,25%. Em Hong Kong, houve baixa de 1,84% e na China, de 0,01%.

Dólar bate R$ 5,25 e Ibovespa cai

O dólar operou com forte alta ante o real durante praticamente todo o pregão, deixando a moeda brasileira com um dos piores desempenhos no dia. A Bolsa, por sua vez, foi prejudicada pelo pregão ruim de empresas importantes como a Petrobras e a Vale.

Na cena doméstica, os mercados já se preparam para o início da temporada de balanços do segundo trimestre, que começa amanhã, com a apresentação dos resultados de Indústrias Romi e da Neoenergia, após o fechamento do pregão.

No exterior, a temporada já começou na semana passada e vai se intensificar nesta, com a divulgação de balanços de grandes empresas.

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