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Tocantins realiza primeira reconstrução de face em 3D com uso de ossada

Foi realizada no Tocantins, pela primeira vez, uma reconstrução de uma face em 3D de ossada. A divulgação do trabalho em crânio serve para auxiliar na perícia de cadáveres não identificados e fazer com que a vítima seja reconhecida por familiares. O resultado inédito foi divulgado pela Polícia Científica.

Os restos mortais esqueletizados utilizados na primeira reconstrução foram encontrados em Araguaína, no norte do estado. A perícia antropológica da ossada estudada estimou os dados biotipológicos como sendo de uma mulher.

O estudo apontou que a vítima tem estatura estimada de 1,60 metro, tinha entre 45 e 60 anos e apresentava característica física miscigenada (ancestralidade negróide e caucasóide). A vítima ainda não foi identificada.

O projeto deve colaborar para que a reconstrução dos crânios de ossadas que estão nos Institutos de Medicina Legal (IML) do Tocantins sejam divulgados e reconhecidos por parentes de pessoas desaparecidas.

A Secretaria de Segurança Pública informou que esta primeira divulgação se tornou possível graças a uma parceria entre a SSP-TO, por meio da Superintendência da Polícia Científica, e Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e Universidade de São Paulo (USP).

Reconstrução

A SSP explicou que o processo forense de reconstrução facial em 3D é realizado em duas etapas. Primeiro os peritos do IML fazem a fotogrametria do crânio para obtenção das imagens, a análise morfológica do crânio e mandíbula e mensuram as medidas do crânio para o estabelecimento do perfil biotipológico.

Após realização da perícia na ossada, os dados são encaminhados ao Departamento Odontolegal da Universidade de Uberlândia, onde é feita a segunda etapa, que consiste na reconstrução facial forense por meio de utilização de programas seguindo critérios e metodologias científicas para determinação de características físicas, como espessura de tecidos moles, anatomia do nariz, olhos e lábios.

As imagens obtidas são inseridas no programa que produz um modelo tridimensional realista do crânio. “Adaptada sobre a topografia óssea do crânio, os tecidos moles proporcionarão uma estimativa da aparência do indivíduo periciado que pode ser compartilhada ou comparada ao banco de desaparecidos do Estado”, informou a SSP.

Crânio encontrado em Araguaína é de uma mulher de aproximadamente 1,60 metro — Foto: Divulgação/SSP-TO

Crânio encontrado em Araguaína é de uma mulher de aproximadamente 1,60 metro — Foto: Divulgação/SSP-TO

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